segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Chanel: As gotas da controvérsia

Rosane Pavam



Dias depois de liberar Paris da ocupação nazista, em agosto de 1944, soldados americanos formaram uma imensa fila diante do número 31 da Rua Cambon. Aquela casa nunca fora próxima, antes, dos heróis da libertação. Sua singularidade estava em abrigar não uma sede militar, mas uma loja de roupas. Mesmo sem falar uma palavra de francês, os americanos agora poderiam passar pela porta do estabelecimento, abrir os dedos de uma das mãos diante da vendedora no saguão e ter seu pedido satisfeito com elegância. Esses soldados queriam frascos de perfume Chanel n° 5, que carregariam como lembrança da guerra e do luxo europeu a suas mães, namoradas e irmãs.

A historiadora Tilar J. Mazzeo aponta um saber oculto na correria dos soldados aos frascos de perfume. Segundo afirma em O Segredo do Chanel n° 5 – A história íntima do perfume mais famoso do mundo (Rocco, 304 págs., R$ 39,50), os jovens aliados não ligavam o produto à sua criadora, Coco Chanel, uma francesa de carne e osso, além do mais, simpática aos nazistas. O perfume que carregariam no avião da volta havia se libertado, portanto, de sua origem. “O que tinha começado como algo profundamente íntimo se tornara um amplo ícone cultural a narrar a história de milhões de pessoas”, ela diz.
Por isso, essa pesquisadora, que agora se embrenha em um livro sobre a história do Hotel Ritz parisiense durante a ocupação, a ser lançado pela editora Harper Collins em 2013, refaz, além da trajetória exemplar de um perfume, a da complexa criatura que o concebeu. A historiadora não a vitimiza ou condena. No livro, apenas investiga a maneira pela qual, a partir de seus projetos, nasceu tal fragrância, e de que modo foi mantida no imaginário coletivo desde a sua criação, em 1920, quando tantas outras jamais viveriam para as gerações seguintes. Também autora de A Viúva Clicquot, sobre o mais admirado champanhe francês, Tilar, que se especializara em escrever sobre vinhos, enxergou conexões entre a degustação dos taninos e os aromas aplicados ao corpo. Quando começou a pesquisar perfumes, a historiadora cultural ainda não experimentara o Chanel n° 5, única coisa que a atriz Marilyn Monroe disse certa vez usar para dormir.
“Para que tanto sucesso tenha ocorrido”, ela afirma em entrevista a Carta-Capital,- “tenho de admitir o fato de que, em primeiro lugar, meu objeto de estudo começou como um grande perfume.” O marketing nunca foi preponderante para a aceitação do produto, ela argumenta. “No início, a publicidade era muito simples, involuntária, feita a partir de testemunhos reais.Chanel nº 5 é um estudo de contrastes, uma fragrância complicada, ousada, capaz de capturar a imaginação. Um luxo que pode durar mais e mais em épocas de dificuldade econômica. Uma garrafa de vinho bebe-se em uma noite, enquanto um frasco de perfume pode durar um ano. É o luxo perfeito para a recessão.”
O livro narra desde a infância de Gabrielle Chanel, órfã de mãe e abandonada pelo pai em um convento da abadia da rural Aubazine. Para Tilar, é possível dizer que o contexto emocional a moldar a menina foi transferido, em parte, para o perfume. No convento, a partir dos últimos anos do século XIX, Gabrielle passava o dia sob rígida disciplina, lavando e passando roupas. Lá aprendeu a costurar. As freiras queriam as roupas simples e claras, como Chanel posteriormente, e de forma revolucionária, as desenharia. A ordem cisterciense, que administrava o convento, também encorajava seus monges a dar ao perfume e à unção um papel central nas orações e nos rituais de purificação. Durante séculos, aromas fizeram parte da vida de devoção em Aubazine.
Chanel nº 5 tem origens mirabolantes. Não somente o perfume evocaria os aromas de que a criadora vividamente se recordava, e que contrastavam com os dos almíscares consumidos no início do século XX, como deveria expressar uma “verdade do campo”. Com o aconselhamento de perfumistas e o dinheiro de um duque russo com quem se relacionou, refugiado em Paris depois de tramar, em coautoria, o assassínio do místico Rasputin, ela quis que as flores pudessem ser detectadas na fragrância. Para isso, Gabrielle, tornada Coco, não hesitou em sacar do revolucionário processo sintético que tomara forma a partir das duas últimas décadas do século XIX, o uso de aldeídos. Essas moléculas, com uma disposição particular entre hidrogênio, oxigênio e carbono, ora acentuavam, ora moderavam a rusticidade dos aromas florais.
E o perfume também teria tido origem em uma fórmula de Maria de Medici, prima da rainha Catarina de Medici, mandada à França como noiva do rei Henrique II. Maria era igualmente casada com um integrante da família real francesa. Por conta dela, e do apreço de Catarina por substâncias aromáticas, o vilarejo de Grasse, que começou como um centro artesanal para a produção de luvas e curtimento de peles, tornou-se a capital mundial da fragrância no século XVII. Maria queria concorrer com os perfumes árabes, em moda na época. Coco, com ajuda de uma amiga, comprou o manuscrito de seu perfume, que permanecia guardado na biblioteca de um château do Vale do Loire, pelo equivalente, hoje, a 10 mil dólares. Em que medida usou ou não o segredo em seu perfume os historiadores ainda não podem afirmar.
Da mesma maneira, não cabe a nenhum deles proferir, com a letra da certeza documental, que a mais célebre estilista francesa tenha sido uma espiã nazista, ao contrário do que a imprensa alar-deara dois meses atrás durante o lançamento mundial de Dormindo com o Inimigo – A guerra secreta de Coco Chanel (Companhia das Letras, 368 págs., R$ 43), de Hal Vaughan, aqui traduzido em tempo recorde. Nem se pode ousar mencionar tal coisa a esse criterioso jornalista norte-americano de 83 anos, que recheou o volume com 222 notas de rodapé e reveladoras fotografias do período da Segunda Guerra Mundial. “Meu livro jamais reivindica um status de espiã para Chanel”, ele afirma em entrevista a CartaCapital. “Ela era, isto sim, uma agente nazista, uma facilitadora que usou sua grande rede de contatos para ajudar os nazistas.”
A distinção entre o que significa um agente e um espião talvez constitua o único caminho assertivo possível a esse autor, desprovido de comprovações sobre a ação de espionagem, embora os registros lhe permitam relatar com segurança o colaboracionismo de Chanel e seu antissemitismo, longamente cultivado. Nem Vaughan nem outros pesquisadores, contudo, como Tilar J. Mazzeo, teriam podido contornar a escassez de documentos sobre uma colaboração mais contundente de Chanel para os nacional-socialistas. Tilar leu o livro de Vaughan. “Ele constrói um argumento para ler as evidências de um único modo”, diz aCartaCapital, “e isso também é uma contribuição válida.”
 Ícone: a estilista vai à caçada com Winston Churchill e Randolph, filho do primeiro-ministro

Chanel não se tornou estilista apenas para disfarçar outros reais intentos. Era uma profissional da moda, de fato, e aguerrida, sem credo político, apenas comercial: “Coco Chanel foi criada durante a evolução do terrível Caso Dreyfus, que fez grande parte da França ver os judeus como inimigos”, diz Vaughan a CartaCapital. “Era uma personagem extraordinário, uma oportunista consumada, que aproveitou todas as chances de avançar na carreira. Suas relações próximas com o duque de Westminster, com o príncipe de Gales, que abdicou do trono, e com o primeiro-ministro Winston Churchill fizeram dela a agente perfeita para os nazistas durante a Segunda Guerra Mundial.”

Chanel com o barão Von Dincklage na Suíça, em 1949
Segundo Vaughan, Chanel teve muitas razões para colaborar com o governo de Adolf Hitler. Principalmente, ela compreendia mal um mundo que presenteara com direitos trabalhistas suas 2,5 mil funcionárias, envolvidas em ousada e vitoriosa greve parisiense em 1936. Como a maioria dos milionários do período, convencida de que o nazismo combateria o bolchevismo, ela partiu em missão a Madri, por exemplo, a pedido do general da SS Walter Schellenberg, um conhecido de seu último relacionamento amoroso, com o barão Von Dincklage, conhecido por Spatz. Anteriormente, em 1941, já havia aceitado introduzir um espião alemão de seu conhecimento na capital espanhola em troca da libertação do sobrinho Andre Palasse, preso pela ação na Resistência Francesa.
E havia uma razão a mais para atuar em prol da vitória nazista. Chanel sentia urgência em reaver os direitos autorais plenos sobre o Chanel n° 5, que vendera em parte à família judaica Wertheimer quando o produto perdia todas as chances de sobrevida. Foram os irmãos judeus os responsáveis por expandir a marca, especialmente ao fugir de Paris em direção a Nova York, após uma breve passagem pelo Brasil. Hitler não ganhou a guerra e Chanel, portanto, jamais pôde reaver o controle sobre sua maior criação, aquela que, embora tivesse sido seu fiel retrato no início, agora restava na imaginação mundial como um ícone inalcançável, desprovido de sua importante origem. •


Rosane Pavam

Rosane Pavam é jornalista, editora de Cultura de CartaCapital . Autora do livro O Sonho Intacto - Nas Palavras de Ugo Giorgetti e do blog Contos Invisíveis.




Fonte: Carta Capital

SANTO ANTÔNIO - RN: Plano Final de Saneamento Básico, de Abastecimento de Água e Esgotamento Sanitário



Elaboração do Plano de Saneamento Básico de Abastecimento de Água e Esgotamento Sanitário para o Município de Santo Antônio em Conformidade com a Lei n° 11.445 de 05 de Janeiro de 2007.


O presente documento constitui-se no Relatório Síntese do Plano de Saneamento Básico (Abastecimento de Água e Esgotamento Sanitário) do município Santo Antônio.

O objetivo geral do planejamento dos sistemas de saneamento básico de Santo Antônio é garantir o bem estar da população urbana em um ambiente sadio, incluindo a esperança individual e coletiva de desenvolvimento sustentável.

O Plano de Saneamento Básico (Abastecimento de água e Esgotamento Sanitário) não resolve os problemas, mas aponta quais são e indicam os caminhos que devem ser percorridos para a resolução dos mesmos. Por esse motivo, os Planos de Saneamento são importantes ferramentas de gestão em todo o mundo. No Brasil, os Planos de Saneamento Básico receberam destaque na Lei Federal n° 11.445, de 5 de janeiro de 2007, bem como nas inúmeras leis estaduais sobre políticas de recursos hídricos.

O objetivo específico deste Plano de Saneamento é a caracterização e diagnóstico das condições atuais dos sistemas existentes, apontando as causas das deficiências encontradas, bem como a definição, e respectivo cronograma de implantação, dos programas, projetos e ações necessárias, para atendimento das necessidades futuras, para um horizonte de planejamento de 30 anos (2041).

Este plano procurou atender aos quesitos da legislação vigente que trata dos Planos de Saneamento, atendendo aos seguintes objetivos específicos:

  1. Diagnóstico da situação atual apontando as causas das deficiências detectadas; 
  2. Identificação das necessidades futuras; 
  3. Definição dos objetivos e metas de curto, médio e longo prazo para atendimento das necessidades futuras (cronograma de intervenções); 
  4. Definição dos mecanismos para a avaliação sistemática da eficiência e eficácia das ações programadas.

    É importante ressaltar que a elaboração do plano em questão se trata de mais um importante passo visando a melhoria continuada da qualidade ambiental do município e região; juntamente com as obras de ampliação e melhorias dos sistemas existentes de abastecimento de água e esgotamento sanitários, atualmente em implantação, o Plano Diretor de Saneamento, objeto do presente trabalho, vem complementar as diretrizes relativas ao saneamento básico do município, consolidando ainda mais o comprometimento da Prefeitura Municipal de Santo Antônio com a melhoria das condições de vida da população e a preservação do meio ambiente.

    .: Download
    Confira na integra o plano de saneamento. Baixe o arquivo.

    Arquivo: PMSB_Final_Santo Antonio-RN
    Tamanho: 3.820 KB
    Tipo: Arquivo PDF Clique aqui



    Plano Municipal de Saneamento Básico é apresentado na SMS

    EM: 07 DE OUTUBRO DE 2011
    Engenheiro Marcelo
    Plano Municipal de Saneamento Básico, é uma parceria entre CAERN, B&B Engenharia e Prefeitura Municipal de Santo Antônio.


    O Técnico Ambiental Marcelo da B&B Engenharia esteve nesta sexta-feira por volta das 09:h30min na Secretaria Municipal de Saúde, trazendo as etapas do Plano de Saneamento. Onde foi apresentado dados oficiais da CAERN em relação a Santo Antônio o Plano é desenvolvido em 3 etapas:curto prazo (2012-2016), médio prazo (2017-2026) e longo prazo (2027-2041), esse planejamento são de 30 anos nos quais teoricamente a cidade se beneficiará, seja na distribuição da água, seja no saneamento básico.

    Estiveram presente na reunião: Engenheiro Técnico Ambiental Marcelo de Jesus, Erika Maia coordenadora do Meio Ambiente, Secretária Municipal de Saúde Maria José (Branca), Sales Secretário de Obras, Professor Aniertony, Jeronilson representando a Assistência Social, Coordenadora da Vigilância Epidemiológica Maria Ivone Jales, Coordenadora da Vigilância Sanitária Olga Fabrício e Técnico do Vigiágua Rosemberg Camilo.


    .: Convite
    No dia 25/10/2011 acontecerá uma audiência pública na câmara dos vereadores, desde já, à população santoantoniense em geral está convidada.

    Veja as fotos:

    Erica Maia e Branca

    Sales, Maria Ivone, Olga Fabrício e Marcelo

    Aniertony, Sales, Maria Ivone e Olga Fabrício  

    Confira a apresentação com os dados do Plano abaixo, ou baixe a apresentação em formato de Power Point, clicando aqui.
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    Por: Rosemberg Camilo


    Do:  Saltonarede.com


    Van Gogh não cometeu suicídio, revela nova biografia.


    Pintor holandês foi vítima de um homicídio acidental após beber com jovem, dizem autores


    Os autores de uma nova biografia do pintor holandês Vincent van Gogh dizem que ele não cometeu suicídio, ao contrário do que se acreditava. Steven Naifeh e Gregory White, que escreveram o livro "Van Gogh: The Life" (Van Gogh: A Vida, em tradução livre), dizem que o mais provável é que o artista tenha morrido depois de ser atingido por disparos acidentais feitos por dois jovens que ele conhecia, que carregavam uma "arma com defeito".

    Os autores chegaram a esta conclusão depois de passarem dez anos estudando a vida do pintor, com o auxílio de mais de 20 tradutores e pesquisadores. O Museu Van Gogh, em Amsterdã, disse que a afirmação é "dramática" e "intrigante".

    No entanto, o curador do museu, Leo Jansen, disse em um comunicado que "muitas questões permanecem sem resposta" e que seria "prematuro descartar o suicídio".

    Van Gogh morreu aos 37 anos, na cidade de Auvers-sur-Oise, na França, em 1890. Ele estava hospedado no hotel Auberge Tavoux, de onde caminhava até os campos de trigo locais para pintar. Por muito tempo, pensou-se que ele havia disparado contra si mesmo no campo antes de retornar para o hotel, onde morreu.

    Mas segundo Steven Naifeh, Van Gogh não foi para o campo com a intenção de se suicidar. "Em Auvers, entre as pessoas que o conheciam, a crença era a de que ele foi morto acidentalmente por dois rapazes e que, para protegê-los, assumiu a culpa", afirma.

    Naifeh diz que o renomado historiador de arte John Rewald chegou a registrar essa versão dos eventos quando visitou Auvers nos anos 1930, e que outros detalhes corroboram a teoria. Entre eles, a confirmação de que a bala teria penetrado no abdômen do pintor em um ângulo oblíquo, e não reto, como é comum em suicídios. De acordo com o jornal espanhol El País, há também um depoimento de um jovem de 16 anos, datado de 1890, que corrobora a versão.

    "Sabia-se que esses dois rapazes iam beber àquela hora do dia com Vincent. Um deles estava usando uma roupa de caubói e tinha uma arma quebrada com a qual brincava", disse Naifeh. "Então temos dois adolescentes com uma arma quebrada, um garoto que gosta de brincar de caubói e três pessoas que provavelmente beberam demais", conclui. Por causa destes fatores, o autor afirma que um "homicídio acidental" é mais provável.

    No livro, os autores também fazem revelações sobre as relações familiares e a saúde do artista holandês. De acordo com eles, o sofrimento de Van Gogh, tido como um misto de mania e depressão, resultava de um tipo de epilepsia.

    Milhares de cartas escritas pelo artista, que ainda não haviam sido traduzidas, estavam entre os documentos utilizados por Naifeh e White para criar uma base de dados de 28 mil notas, para a pesquisa que deu origem ao livro.


    Fonte: IG.COM/Cultura

    Agripino isola o PSDB, flerta com o PMDB, veta o PSD e muda a história brasileira


    No Poder Online, blog político escrito por Jorge Félix e Tales Faria, o senador norte-rio-grandense José Agripino Maia, presidente nacional do DEM, é o entrevistado.

    E de uma só tacada, Agripino isola o PSDB, flerta com o PMDB já de olho nas eleições do próximo ano e veta qualquer aliança com o recém-criado PSD.

    E vai mais longe, o político potiguar.

    Ele também reescreve a história recente do país, insistindo em dizer que o seu partido, que lá atrás era a Arena, depois virou PDS, mais tarde mudou para PFL e hoje chama-se DEM, nasceu de uma dissidência com a ditadura militar.

    O que não é verdade, sabemos todos.

    Na época PDS, ele virou PFL nos últimos suspiros da ditadura, quando a eleição de Tancredo Neves para a Presidência da República já era dada como certa.

    Não houve dissidência, portanto.

    Houve apenas oportunismo.

    Cliquem aqui para ler o que disse o senador do Rio Grande do Norte.



    Fonte:Nominuto.com

    Missa marcará um ano de falecimento de Lucinda




    Esta semana Santo Antonio vai lembrar da triste notícia que chocou todo municipio e região. Foi a noticia da morte de Lucinda Torquato, vitima de violência, ocorrido em 21 de outubro de 2010. Ela foi assassinada próximo a sua casa.

    Uma missa marcará um ano de falecimento de Lucinda. A missa acontecerá dia 21, sexta-feira, às 19h, na Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceiçao. Familiares, parentes e amigos convida toda população para participarem desse ato de solidariedade.

    Lucinda foi coordenadora do program Bolsa Familia em Santo Antonio, onde vinha fazendo um excelente trabalho. Partiu para morada eterna deixando saudade e um exemplo de vida familiar.



    Fonte: SMSS