quinta-feira, 9 de maio de 2013
Flor Mamãe - Na voz do saudoso José Leão
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Claudianor D. Bento
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ENEM 2013: MEC divulga o edital, Confira.
As inscrições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2013 começam no próximo dia 13, segunda-feira, e vão até o dia 27 de maio. A data foi divulgada na tarde desta quarta-feira pelo ministro da Educação, Aloizio Mercadante.
Os candidatos têm até o dia 29 de maio para pagar a inscrição. O edital com as regras do exame Aqui (veja o arquivo em pdf). As provas serão aplicadas nos dias 26 e 27 de outubro. No primeiro dia, será a prova de ciências humanas e da natureza. No segundo dia, os candidatos passarão pelo teste de linguagens, códigos e suas tecnologias, redação e matemática.
Durante entrevista coletiva para anunciar o calendário do exame, o ministro disse que garantir o rigor na correção das redações é uma prioridade. Recentemente, textos com erros de português que tiraram nota máxima e outros que alcançaram boa pontuação, mesmo incluindo trechos do hino do Palmeiras e até receita de massa instantânea, causaram polêmica e motivaram críticas sobre a forma como as redações são corrigidas.
O edital com as regras do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2013 (veja o arquivo em pdf).
Agência Brasil/via terra.com
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Claudianor D. Bento
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Educação
quarta-feira, 8 de maio de 2013
Vagas da UFRN serão preenchidas pelo ENEM/SiSU a partir do próximo semestre
No período letivo de 2013.2 serão reservadas 25% das vagas do SiSU para as cotas e, em 2014, esse percentual atingirá 37,5%.
O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) aprovou novas regras que serão adotadas pela instituição no Sistema de Seleção Unificada (SiSU) do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), a partir do segundo semestre de 2013 (2013.2).
A partir de 2013.2, 100% das vagas da UFRN serão preenchidas pelo ENEM/SiSU, com exceção dos cursos que fazem Teste de Habilidade Específica, como Música.
Na reunião, ficou definido que no período letivo de 2013.2 serão reservadas 25% das vagas do SiSU para as cotas e, em 2014, esse percentual atingirá 37,5% . Já a partir de 2015, 50% das vagas serão reservadas para cotas no Sistema. Os pesos e notas mínimas também foram diferenciados em função da área do curso (Biomédica, Humanística I, Humanística II, Tecnológica I ou Tecnológica II).
Pesos e notas de cada área:
Área Biomédica:
Linguagem: Peso 1,5 - nota mínima 400
Matemática: Peso 1,0 - nota mínima 350
Ciências Humanas: Peso 1,5 - nota mínima 400
Ciências da Natureza: Peso 3,0 - nota mínima 450
Redação: Peso 1,5 - nota mínima 400
Linguagem: Peso 1,5 - nota mínima 400
Matemática: Peso 1,0 - nota mínima 350
Ciências Humanas: Peso 1,5 - nota mínima 400
Ciências da Natureza: Peso 3,0 - nota mínima 450
Redação: Peso 1,5 - nota mínima 400
Área Humanística I (Administração, Contábeis, Economia e Turismo):
Linguagem: Peso 2,0 - nota mínima 400
Matemática: Peso 2,0 - nota mínima 400
Ciências Humanas: Peso 2,0 - nota mínima 400
Ciências da Natureza: Peso 1,0 - nota mínima 350
Redação: Peso 1,5 - nota mínima 400
Linguagem: Peso 2,0 - nota mínima 400
Matemática: Peso 2,0 - nota mínima 400
Ciências Humanas: Peso 2,0 - nota mínima 400
Ciências da Natureza: Peso 1,0 - nota mínima 350
Redação: Peso 1,5 - nota mínima 400
Área Humanística II (demais cursos das áreas Humanas e Sociais):
Linguagem: Peso 2,5 - nota mínima 450
Matemática: Peso 1,0 - nota mínima 350
Ciências Humanas: Peso 2,5 - nota mínima 450
Ciências da Natureza: Peso 1,0 - nota mínima 350
Redação: Peso 1,5 - nota mínima 400
Linguagem: Peso 2,5 - nota mínima 450
Matemática: Peso 1,0 - nota mínima 350
Ciências Humanas: Peso 2,5 - nota mínima 450
Ciências da Natureza: Peso 1,0 - nota mínima 350
Redação: Peso 1,5 - nota mínima 400
Área Tecnológica I (Arquitetura):
Linguagem: Peso 1,0 - nota mínima 350
Matemática: Peso 2,0 - nota mínima 400
Ciências Humanas: Peso 2,0 - nota mínima 400
Ciências da Natureza: Peso 2,0 - nota mínima 400
Redação: Peso 1,5 - nota mínima 400
Linguagem: Peso 1,0 - nota mínima 350
Matemática: Peso 2,0 - nota mínima 400
Ciências Humanas: Peso 2,0 - nota mínima 400
Ciências da Natureza: Peso 2,0 - nota mínima 400
Redação: Peso 1,5 - nota mínima 400
Área Tecnológica II (demais cursos das áreas Exatas e Tecnológicas):
Linguagem: Peso 1,0 - nota mínima 350
Matemática: Peso 3,0 - nota mínima 450
Ciências Humanas: Peso 1,0 - nota mínima 350
Ciências da Natureza: Peso 2,0 - nota mínima 400
Redação: Peso 1,5 - nota mínima 400
Linguagem: Peso 1,0 - nota mínima 350
Matemática: Peso 3,0 - nota mínima 450
Ciências Humanas: Peso 1,0 - nota mínima 350
Ciências da Natureza: Peso 2,0 - nota mínima 400
Redação: Peso 1,5 - nota mínima 400
Fonte: Portal Nominuto
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Claudianor D. Bento
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Educação
São Francisco, o Cristo de Assis
As obras de restauração da
Basílica de São Francisco, imensamente abalada por um terremoto ocorrido em 26
de setembro de 1997, que destruiu parte considerável do riquíssimo acervo
artístico do santuário erguido no século 13, já estão concluídas.
Mobilizando o gênio artístico
nacional, restauradores italianos trabalharam noite e dia para recompor na sua
plenitude o antigo esplendor do tempo.
Desde que Cristo padeceu no
Calvário, a Pobreza, tal como uma viúva enjeitada, voltou a vagar pelo mundo
até que, 12 séculos depois da morte do Salvador, surgiu Francisco Bernardone.
Nascido em Assis, na Úmbria, em
1186, em meio a uma família burguesa (seu pai era um próspero negociante de
tecidos), o jovem Francisco, com pouco mais de 20 anos, repudiando a sua
prometida, a bela Fortuna, e "tomando o amargo como doce", deu seu
braço e seu coração a outra, para desgosto dos parentes. Esposou, em 1205,
depois de ter promovido escandaloso ato público, a Pobreza. Era uma triste e
horrenda noiva, esquálida, famélica e meio endoidecida pelas necessidades.
Retornava o nubente ao primitivo ideal cristão da paupertas voluntas, à pobreza
voluntária, que tanto Cristo recomendava aos seus.
Francisco funda a ordem
Afugentou-se então, em lua-de-fel
com sua andrajosa noiva, para o campo, onde se pôs a restaurar a igrejinha de
Santa Maria degli Angeli, acompanhado de Bernardo, Silvestre, Egídio e Clara,
morando em cavernas (il carceri), entregando-se a um severo ascetismo, mantido
a pão seco e goles d'água. Não demorou para que o povo do local o chamasse de
il poverello (o pobre homem).
A notícia que ele abdicara de um
lar abonado para formar uma nova ordem de monges mendicantes, voltada aos
pobres, comoveu a todos. É, para nós do século 21, difícil estimar o impacto
que Francisco Bernardone, o São Francisco de Assis, causou no meio rural
daquela época.
Sabe-se avassalador. Bastou um
ano, de 1208 a 1209 (data do começo da sua pregação a favor de uma retomada
radical da vida cristã) para que o papa Inocêncio III o reconhecesse como um
líder da renovação da fé. Atitude hábil do pontífice porque os franciscanos tornaram-se
os catalisadores de um movimento carismático que atraiu os deserdados e
flagelados da área rural italiana. Sensibilizaram igualmente um número
significativo de intelectuais, como Petrarca, que, ainda que um século depois,
viu naquele movimento uma similitude com o estoicismo clássico.
Francisco, apenas com seu
exemplo, de imitator Christi, calçando sandálias e com o hábito de um servo,
com uma corda na cintura, metido em terríveis jejuns, constrangia e embaraçava
o fausto bizantino da Cúria romana.
Um Cristo italiano
Alguns historiadores arriscam-se
a especular que o franciscanismo serviu ao povo cristão como uma consolação
psicológica à perda de Jerusalém, que voltara a cair, em 1187, em "mãos
ímpias" quando Saladino reconquistou-a para o Islã.
O Santo passou a ser visto,
depois do fracasso da 3ª Cruzada, como um Jesus renascido e mais próximo ao
popolo minuto. Cercado pelo misticismo que desencadeara, Francisco assumira a
identidade do Filho de Deus, de um Cristo italiano, de um Cristo de Assis. A
tal ponto que as chagas - os estigmas do Crucificado - nele também apareceram,
como, segundo a lenda, se verificou na Quaresma de 1224, em seu retiro no Monte
Alverno, "entre o Arno e o Tibre alçado", como localizou Dante.
Assis a nova Jerusalém
Sua ternura, o paciencioso trato
com os infelizes, a dedicação aos pássaros e seres silvestres, o culto à
Natureza e à simplicidade, tornaram-no um Rousseau medieval, um ecologista do
seu tempo. Fez da Úmbria uma nova Terra Santa, e da Basílica de Assis um
santuário de peregrinação. Enquanto a sua primeira tumba, a da Igreja de San
Giorgio, onde o inumaram em 1226, noutro Santo Sepulcro.
Sua presença, no transcorrer do século
13, foi tão impressionante que quando Dante resumiu sua vida no Paraíso
(Cantos, XI e XII), o fez por um relato do sumo sapiente São Tomás de Aquino.
São Francisco, como observou
Auerbach, é o grande silencioso que inunda os Cantos do florentino com sua
poderosa presença. Apesar de Dante criticar seus seguidores - "sua grei
tornou-se cobiçosa de outro alimento"-, o ferino poeta preservou-o.
Giotto, por sua vez, num painel célebre, reproduziu o lendário sonho que o papa
Inocêncio III tivera, onde São Francisco aparece como o sustentáculo de um
Igreja que estava caída.
O grande homem santo foi
canonizado dois anos após a sua morte, em 16 de julho de 1228, por Gregório IX.
Quase em seguida foram lançados os fundamentos da Basílica de Assis, obra que
se arrastou por mais de 70 anos, até que, no pontificado de Nicolau IV (um
franciscano chamado Girolamo de Ascoli), entre 1288 e 1292, a maior parte dos
trabalhos foram dados por concluídos.
As paredes internas da Basílica
serviram para que grandes artistas, como o romano Jacobo Torritti e o
florentinos Cimabue e Giotto, utilizassem-nas para exercerem seus experimentos
com a tridimensionalidade, fazendo dos afrescos que lá pintaram um exercício de
ilusionismo e de cinética que, posteriormente seria levado às últimas
consequências pelos grandes mestres da Renascença.
Transcorridos sete séculos da sua
morte, em setembro de 1997, um miserável terremoto, enviado pelo pagão Vulcano,
tentou inutilmente abalar o grande edifício em Assim, a Basílica onde repousam
os restos do Santo. Sacudiu-o, mas não o destruiu.
E o que foi feito da Pobreza?
Bem, esta, como se sabe, desde então voltou a enviuvar até que um novo papa, o
arcebispo argentino Jorge Mario Bergoglio, decidiu-se por lhe restaurar a
importância, voltando a desposá-la.
Por: Voltaire Schilling
Fonte: Portal Terra.com/educação/História
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Claudianor D. Bento
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terça-feira, 7 de maio de 2013
Municípios têm até o dia 17 de maio para apresentar projetos de Turismo Religioso
Municípios com potencial de Turismo Religioso podem concorrer a recursos nos valores de R$100 mil a R$150 mil para fomentar o segmento. Um projeto de cada uma das cinco macrorregiões brasileiras (Centro-Oeste, Norte, Nordeste, Sul e Sudeste) serão selecionados. As propostas devem ser apresentadas até o dia 17 de maio.
A ajuda financeira do Programa Apoio à Estruturação dos Segmentos Turísticos não pode ser aplicada em obras. A promoção de eventos com o dinheiro também está vetada. Os recursos são, por exemplo, para a capacitação e qualificação de profissionais, para a divulgação dos pontos turísticos do Município e para elaboração de roteiros.
Após o prazo de apresentação dos projetos, o Ministério do Turismo vai analisar as propostas até o dia 17 de junho. No dia 20 do mesmo mês, os nomes dos cinco escolhidos serão divulgados no portal do Ministério.
Além dos Municípios, podem concorre as administrações estaduais e do Distrito Federal, Consórcio Público de Direito Público e Empresa Pública/Sociedade de Economia Mista. Se alguma Região não for selecionada, o recurso é repassado para um segundo projeto dentro de outra macrorregião que atender aos critérios de seleção.
Fonte: Agência CNM
Imagens ilustrativas
Nota: A cidade de Santo Antônio/RN poderia tentar se encaixar no modelo do projeto, já que temos a tradicional caminhada ao santuário de São Sebastião na comunidade de Micaela. A propriedade é particular, porém um bom acordo poderia revolver os mínimos problemas.
Devotos de São Sebastião
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Esclarecimento das dúvidas sobre repasses do Fundeb nas contas municipais(por: CNM)
Dois repasses na conta do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) – feitos dia 30 de abril – surpreenderam alguns gestores municipais. A área técnica de Educação da Confederação Nacional de Municípios (CNM) esclarece: a Portaria 344/2013 prevê redistribuição da complementação da União de 2012 por meio de lançamento na conta do Fundo estadual em duas parcelas: Ajuste da complementação da União ao Fundeb e Complementação do piso do magistério.
Assim, o primeiro repasse corresponde ao ajuste anual da complementação da União ao Fundo relativo a 2012, distribuídos pelo critério da matrícula. E o segundo corresponde aos recursos reservados para pagamento do piso nacional do magistério do ano passado, que também são distribuídos pelo critério da matrícula na educação básica presencial.
De acordo com a portaria – do Ministério da Educação (MEC) –, o valor total do ajuste da complementação de 2013 será de R$ 1,3 bilhão, em que R$ 894,1 milhões são destinados aos Municípios e R$ 417,8 milhões aos Estados. O montante será partilhado entre Municípios de apenas dez Estados.
Referente a 2012, o valor a ser repassado aos Municípios chega a R$ 671,6 milhões correspondente ao crédito relativo à complementação do piso do magistério e R$ 222,5 milhões ao crédito relativo ao ajuste anual da complementação da União ao Fundo.
Débito
Esclarecimento técnico da área de Educação da CNM destaca que apenas no Pará houve débito para os Municípios e para o governo estadual, nos valores de R$ 25 milhões e de R$ 11 milhões, respectivamente, que totalizou R$ 36 milhões. Isto porque o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) havia calculado a receita de forma superestimada. E diante da receita efetivamente realizada, foi preciso fazer os devidos ajustes, com débitos lançados às contas das prefeituras, e também do governo do Estado.
“Na prática, até agora, nenhum ente federado foi contemplado com recursos federais para integralização do pagamento do piso salarial nacional do magistério, tendo que arcar sozinhos com uma obrigação criada por lei federal”, avalia o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski.
Fonte: Agência CNM
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Educação
segunda-feira, 6 de maio de 2013
Países amazônicos criarão órgão para proteger floresta
Quito - Os países que compartilham a bacia amazônica
definiram nesta sexta-feira, na cidade equatoriana de Coca, a criação de um
observatório regional encarregado de promover estudos e coordenar ações para
proteger a floresta.
Essa é uma das conclusões incluídas em uma ampla declaração
elaborada após o encerramento da 12ª reunião de ministros das Relações
Exteriores da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA).
Participaram do encontro em Coca, situada no coração da
Amazônia equatoriana, chefes das diplomacias e representantes de Brasil,
Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela.
"Reafirmamos a plena soberania e os direitos dos
países-membros sobre seus direitos na Amazônia e manifestamos nosso compromisso
para aprofundar, ampliar e fortalecer o processo de cooperação regional",
assegurou o chanceler equatoriano, Ricardo Patiño.
Ele também disse que os países da OTCA expressaram a vontade
de "continuar cooperando em matéria ambiental, econômica e social".
A declaração assinala que o Observatório Regional Amazônico,
a ser criado pela OTCA, se transformará em um "foro permanente" que
reunirá "instituições e autoridades vinculadas ao estudo da Amazônia, como
um centro de referência de informações regionais em matéria de biodiversidade,
recursos naturais e sociodiversidade".
Além disso, precisa que será elaborado um regulamento a ser
revisado durante a reunião de um grupo especial de trabalho entre 25 e 26 de
junho, em Quito.
Nessa mesma data, delegados dos países-membros se reunirão
também na capital equatoriana para definir a criação de uma Rede de Centros de
Pesquisa Amazônica, a partir de uma proposta apresentada pelo Equador que
procura intensificar a troca de conhecimentos e pesquisas.
Além disso, a OTCA se propõe a "proteger e resgatar, no
marco da legislação nacional e do Direito Internacional, os conhecimentos
tradicionais dos povos indígenas".
A gestão "sustentável da floresta amazônica" também
foi uma das prioridades estipuladas na reunião em Coca, onde também foram
debatidas iniciativas para impulsionar o desenvolvimento social na região
amazônica, "com ênfase em inclusão social, luta contra a pobreza e
erradicação da pobreza extrema".
"Promover a imagem da Amazônia como um destino turístico
em nível mundial" é outro dos desafios da organização, assim como o
combate de doenças frequentes na floresta.
A OTCA também formará um grupo de trabalho especializado para
desenvolver uma "estratégia comum sobre mineração ilegal na
Amazônia".
Na resolução, as autoridades também decidiram promover a
coordenação com outros processos de integração, como a Comunidade de Estados
Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), a União de Nações Sul-Americanas
(Unasul), a Comunidade Andina (CAN), o Mercosul e a Comunidade do Caribe
(Caricom).
Por fim, as autoridades informaram que o Governo do Suriname
ofereceu ser sede da 13ª reunião de ministros das Relações Exteriores da OTCA,
no próximo ano, enquanto a Venezuela terá essa incumbência em 2015.
Fonte: Portal info.abril.com
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Claudianor D. Bento
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