quinta-feira, 5 de abril de 2012

Tradicional entrega de peixes da Semana Santa em Santo Antônio/RN



O Prefeito Dr Gilson compareceu a tradicional entrega do “peixe da semana santa”.O peixe foi  entregue para todas as famílias carentes do município. A prefeitura distribuiu cerca de 12 toneladas de peixe de forma igualitária, sem que houvesse qualquer tipo de descriminação ou partidarismo. Com isso todos saíram satisfeitos com a forma de como foi distribuído e muito mais com a qualidade do peixe. Esse é dos bons! Disse  o senhor Antonio da projetada 25.

A entrega aconteceu na Quadra Aristófanes Fernandes mediante apresentação de fichas previamente distribuídas em cada casa da cidade e que, após a entrega na cidade, foi destinado uma parte para cada comunidade da zona rural. 



Petrobras tem sinal verde para gerar energia solar no RN

 Em Natal, 90 por cento dos hotéis usam energia solar para aquecer água(Alberto Leandro)

A Petrobras recebeu sinal verde da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para executar o projeto de pesquisa e desenvolvimento de uma usina de energia solar de 1,1 Mega watts (MW) em Alto do Rodrigues, a 200 quilômetros de Natal. Orçada em R$ 20,9 milhões, a usina fornecerá energia para a própria companhia. A expectativa é que comece a operar até o segundo semestre de 2014. 
O projeto, revisado e reavaliado pela Aneel em março, chegou a ser enviado de volta para que a companhia corrigisse distorções, como antecipou a TRIBUNA DO NORTE no domingo passado. Nem a Aneel nem a Petrobras esclareceram, entretanto, que distorções seriam essas. A equipe de reportagem entrou em contato com a companhia, mas não obteve retorno até o fechamento da edição. 

A Petrobras não respondeu quais serão os próximos passos nem se a usina gerará energia em escala comercial num segundo momento. A superintendência de pesquisa e desenvolvimento e eficiência energética da Aneel, por sua vez, se limitou a dizer que o projeto deve ser iniciado em breve.

A aprovação do projeto foi divulgada às vésperas da votação  de dois regulamentos que prometem incentivar a geração e o consumo de energia solar no país. A Aneel vota este mês - segundo previsão da coordenação de energia solar fotovoltaica do Centro de Estratégias em Recursos Naturais e Energia do RN (Cerne) - regulamentação que libera a instalação de pequenas centrais geradoras de energia elétrica (com potência instalada menor ou igual a um Mega watt (MW) em empresas e residências) e concede maior desconto para quem instalar usinas de energia solar com até 30 MW. 

Várias empresas já demonstraram interesse em investir em energia solar dentro e fora do Rio Grande do Norte. O potencial do estado é cinco vezes maior que o da Alemanha, um dos países que mais avançaram nesta área, e já desperta o apetite dos investidores. 

No caso da Petrobras,  o projeto, que começará a ser desenvolvido este ano, contribuirá, segundo a companhia, para aperfeiçoamento dos dados públicos sobre geração de energia solar (fotovoltaica), para a expansão da rede de laboratórios de ensaios e certificação de equipamentos, e para a formação de profissionais de nível técnico e superior dedicados a essa área. Para o desenvolvimento do projeto será implantada uma plataforma experimental de 10 kW, como modelo de usina, no Laboratório de Eletrônica de Potência e Energias Renováveis do Departamento de Engenharia Elétrica da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

O Centro de Tecnologias Renováveis do Gás & Energias Renováveis (CTGAS-ER), núcleo de pesquisa e formação da Petrobras em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), também receberá seis estações de captação de dados de energia solar que funcionarão de forma complementar ao Sistema Nacional de Organização de Dados Ambientais (Rede Sonda) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Uma estação desse tipo já está em operação na usina termelétrica (UTE) Jesus Soares Pereira, área onde a usina será instalada, desde julho de 2011. O CTGAS-ER terá um laboratório para homologação dos equipamentos utilizados em sistemas de geração fotovoltaica, além de um centro de capacitação e certificação de pessoal. Em Natal, 90% dos hotéis já usam essa fonte de energia para aquecer água.

Usina de biodiesel será 'comercial'

Esse não foi o único projeto apresentado pela Petrobras para o Rio Grande do Norte durante a semana. A companhia também vai transformar a planta experimental de biodiesel, localizada no polo industrial de Guamaré, em uma usina comercial. O projeto foi apresentado ontem à governadora Rosalba Ciarlini. 

Durante a reunião, o diretor de biodiesel da Petrobras Biocombustível, Alberto Fontes, afirmou que o RN será o primeiro no mundo a trabalhar o conceito de biorrefinaria integrada, mas não explicou o conceito, não detalhou o projeto,  não citou datas, nem informou quanto será investido. "Precisamos de algumas modificações e que estão previstas até o final do ano", limitou-se a dizer. 

A equipe de reportagem solicitou mais detalhes  do projeto, mas a companhia só os enviará hoje. A ideia de transformar a planta experimental em usina comercial é antiga. A Petrobras já havia levantado esta possibilidade outras vezes. 

O secretário de Desenvolvimento Econômico, Benito Gama, lembrou de outras reuniões com a Petrobras em que esses temas foram discutidos para o crescimento do RN. 




Fonte: Tribuna do Norte

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Abelhas são mais parecidas com os humanos do que se imagina

 As abelhas são conhecidas por ter uma sociedade estruturada com distintas funções …

Algumas abelhas gostam de aventura e outras preferem ficar na colmeia: segundo uma nova análise do cérebro destes insetos, algumas substâncias químicas que também afetam a personalidade humana podem explicar esta diferença.
As abelhas são conhecidas por ter uma sociedade estruturada com distintas funções para cada grupo: algumas trabalham como enfermeiras, outras buscam alimento, por exemplo.
Mas dentro destas funções, cientistas descobriram que as abelhas também têm personalidades distintas, segundo um estudo da revista Science que examinou a diferença entre as abelhas exploradoras que buscam comida e as que não.
"Existe uma regra de ouro para a investigação sobre a personalidade que diz que se alguém mostra a mesma tendência em diferentes contextos, isto pode ser chamado de traço de personalidade", disse o coordenador do estudo, Gene Robinson, professor de Entomologia e Neurociência da Universidade de Illinois (norte).
Os cientistas diferenciaram dois grupos de abelhas com a instalação de potes com comida nova com aromas e cores únicas, que mudavam todos os dias, e observaram quais abelhas buscavam experimentar novos sabores e quais preferiam os já conhecidos.
Quando examinaram os cérebros das abelhas aventureiras, eles encontraram diferenças na expressão genética relacionadas com a mesma cadeia molecular que regula a busca de novidades nos mamíferos e humanos.
Estes químicos do cérebro, a catecolamina, o glutamato e o ácido gama-aminobutírico, são conhecidos para influenciar o nível de recompensa que a pessoa sente ao buscar novas experiências.
"Nossos resultados nos dizem que a busca por novidades nos humanos e outros vertebrados têm paralelismos com os insetos", afirmou Robinson.
"Podemos notar as mesmas diferenças de comportamento e as mesmas bases moleculares", completou.
O estudo também sugere que o mesmo tipo de ferramentas genéticas evoluíram nas abelhas, animais e humanos, e que aventurar-se era uma característica que valia a pena conservar porque podia ajudar as espécies a encontrar novas fontes de comida.
"Parece que os mesmos canais moleculares estiveram envolvidos repetidamente na evolução para dar lugar às diferenças individuais na busca por novidade", disse Robinson.
O estudo foi financiado pela Fundação Nacional da Ciência dos Estados Unidos (NSF), os Institutos Nacionais da Saúde (NIH) e pela Illinois Sociogenomics Initiative (SGI).



Yahoo.Com

Gelo da Groenlândia é mais vulnerável ao aquecimento do que se pensava

Imagem de satélite da Nasa mostra gelo desprendido da geleira Petermann, no noroeste …
A cobertura de gelo da Groenlândia está mais sensível ao aquecimento global do que se pensava, já que uma elevação relativamente pequena da temperatura no longo prazo a derreteria completamente, segundo um estudo publicado neste domingo.
Pesquisas anteriores sugeriram que seria necessário um aquecimento de pelo menos 3,1º Celsius acima dos níveis pré-industriais, em uma faixa de 1,9ºC a 5,1º C, para derreter completamente a camada de gelo.
Mas novas estimativas, publicadas na revista Nature Climate Change, estabelecem o limite em 1,6ºC em uma faixa de 0,8ºC a 3,2º C, embora esta temperatura tenha que ser mantida por dezenas de milhares de anos para apresentar este efeito.
A Groenlândia é, depois da Antártica, a maior reserva de água congelada em terra.
Se derreter completamente, provocará uma elevação do nível do mar em 7,2 metros, encharcando deltas e terras baixas.
Segundo o estudo, se o aquecimento global se limitar a 2ºC, uma meta estabelecida em negociações climáticas da ONU, o derretimento completo aconteceria em uma escala de tempo de 50.000 anos.
As emissões atuais de carbono, no entanto, situam o aquecimento muito além desta meta. Se não forem controladas, um quinto da cobertura de gelo derreteria no prazo de 500 anos e toda estaria extinta em 2.000 anos, segundo o estudo.
O estudo foi feito por cientistas do Instituto Postdam de Pesquisa sobre o Impacto do Clima (PIK) e da Universidade Complutense de Madri.
Segundo eles, o risco de perda total do gelo parece remota, em vista da imensa escala de tempo, porém alertaram que suas descobertas contestam muitas suposições sobre a estabilidade da cobertura de gelo com relação ao aquecimento no longo prazo.
A atmosfera terrestre já se aqueceu 0,8ºC desde o início da Revolução Industrial, em meados do século XVIII, e o dióxido de carbono emitido hoje ainda perdurará por séculos.
A cobertura de gelo é vulnerável a um tipo de círculo vicioso, também conhecido como 'feedback positivo', que impulsiona o derretimento, segundo o artigo.
Chegando a 3.000 metros de espessura em alguns lugares, a cobertura de gelo hoje se beneficia do efeito protetor de altitudes maiores e mais frias.
Mas quando derrete, a superfície desce para altitudes mais baixas, com temperaturas mais elevadas, demonstra o modelo de computador.
Além disso, porções de terra expostas pelo gelo absorvem radiação por serem mais escuras e não refletirem a luz. À medida que se aquecem, elas ajudam a derreter o gelo em seus arredores.
"Nosso estudo demonstra que, sob certas condições, o derretimento da cobertura de gelo da Groenlândia se torna irreversível. Isto sustenta a noção de que a cobertura de gelo é um elemento preponderante no sistema terrestre", disse Andrey Ganopolski, cientista do PIK.
"Se a temperatura global superar o limiar significativamente a longo prazo, o gelo continuará a derreter e não se recuperará, mesmo se o clima voltar, após milhares de anos, aos níveis pré-industriais", acrescentou.


Fonte: Portal yahoo.com

Interesse por cultura brasileira cria chance de fortalecer economia via 'soft power'.


Enquanto o governo instala bibliotecas de fronteira e incentiva o lançamento de escritores brasileiros em outras línguas, agentes privados levam ao exterior eventos antes só disponíveis no Brasil, caso do festival Back2Black, uma das mais de dez grandes atrações brasileiras a desembarcar em Londres até os Jogos Olímpicos (veja quadro abaixo da página).
Mas especialistas alertam: se estas iniciativas não forem coordenadas e representarem uma estratégia deliberada, os benefícios que a crescente economia brasileira teria por meio da exportação e poder de sedução de seus valores - o chamado soft power - podem ser limitados.
"Soft Power" é um conceito elaborado pelo professor americano Joseph Nye para definir a capacidade de países influenciarem relações internacionais e intensificarem trocas comerciais através da sedução de produtos como filmes, música, moda, mídia e turismo. A economia dos Estados Unidos, por exemplo, se beneficia da ampla exposição de seus produtos por meio dos filmes de Hollywood.
O termo se contrapõe ao chamado "hard power", que define ações militares e bloqueios comerciais, por exemplo.
"O Brasil exerce naturalmente o soft power", diz Nye em entrevista à BBC Brasil. "Se você observar a cultura brasileira e seu impacto, verá que a imagem do país é originalmente positiva, mesmo antes do avanço econômico recente. Pode ser que isso tenha a ver com o futebol, mas o fato é que há uma percepção de que o Brasil lidou bem com questões caras a outros países, como a racial. Ou seja, é portador de valores como tolerância. E isso é importante", resume.
Mais artistas brasileiros do que nunca
Nye e outros especialistas alertam para o fato de que, para funcionar, o soft power requer capacidade de articulação entre agentes públicos e privados, o que muitas vezes pode exigir a criação e uma entidade específica. "Não é essencial, mas ajudaria muito. O British Council (órgão de promoção da cultura britânica no exterior), por exemplo, é muito bem sucedido e prova que não é preciso gastar muito, mas apenas coordenar ações, para se obter grande impacto", exemplifica Nye, antes de lembrar que os setores cultural, de mídia e de entretenimento tendem a ser os primeiros a se beneficiar. "Mas isso depois se espalha por toda a economia."
Além da Grã Bretanha, países como França, com a Aliança Francesa, Alemanha, com o Instituto Goethe, e a emergente China, com o Instituto Confúcio, optaram por este tipo de organização.
"É preciso notar, porém, uma diferença histórica. Os poderes coloniais montaram estas instituições quando estavam em declínio e precisavam aumentar trocas comerciais. O caso do Brasil é diferente, porque o país está em ascensão", pondera o professor de História Econômica da América Latina Colin Lews, da London School of Economics.
"Como o país está mais afluente e confiante, há uma pressão natural por institucionalizar a ação de soft power. E, de fato, é preciso haver um espaço institucional. O Itamaraty sempre teve uma postura independente - até mesmo dos governos, civis ou militares - e sabia onde queria ver o país. Mas agora a ação brasileira se tornou mais extracontinental", diz o Colin.
O crescimento da procura por produtos brasileiros no mercado internacional de arte e entretenimento é claro. "Há mais artistas vindo do que nunca. Neste ano, há eventos com brasileiros em todos os grandes centros culturais britânicos", sublinha Jude Kelly, diretora artística do gigante Southbank Centre, à beira do rio Tâmisa, em Londres.
Com nove viagens ao Brasil carimbadas no passaporte, Kelly promoveu há dois anos um festival de um mês integralmente dedicado a mostrar "como a cultura brasileira está sendo usada para transformar comunidades". Neste ano, o Southbank sedia o espetáculo "Hotel Medea", que Kelly assistiu no Festival Internacional de Edimburgo do ano passado, e a instalação "aMAZEme".

'Nova Bossa Nova'

Envolvido há quase duas décadas com produções teatrais no Brasil e na Grã-Bretanha, o produtor inglês Paul Heritage diz que, no passado, levava mais ingleses ao Brasil do que o contrário. Hoje, diz, há interesse e movimentação semelhante - e crescente - nos dois lados.
"O Brasil tem que aproveitar este momento. O país tem usado com sucesso uma tecnologia social das artes muito particular. O Ministério da Cultura investiu muito nas redes e criou um mercado alternativo ao capitalismo que vem ajudando as comunidades. E esta tecnologia, única, pode ser exportada. A Inglaterra, por exemplo, não tem", diz Heritage. "Esta tecnologia social das artes é a nova Bossa Nova", compara o produtor, responsável pela vinda de grupos como o Afro Reggae, Galpão e Nós do Morro à Grã-Bretanha.
Para Heritage, a área cultural do Itamaraty não está afinada com o crescimento da demanda por produtos artísticos do país. "É preciso mais coordenação, porque em um mundo de poucos recursos, é necessário haver mais diálogo. Está na hora de criar um novo órgão. O British Council, por exemplo, une forças", exemplifica Heritage.
Organizadora do festival Back2Black, que há duas edições vem estabelecendo a ponte entre a música brasileira e seus semelhantes na África e nos Estados Unidos, Connie Lopes concorda com o colega britânico.
"É a hora de o Brasil ter seu instituto cultural permanente para representar interesses e divulgar valores que são comungados por artistas, produtores e empresas que apoiam estes eventos. Nós, de forma geral, nos articulamos, mas seria bom uma ação coordenada", pontua ela, à frente do segundo festival brasileiro a chegar ao exterior - o primeiro foi o Rock in Rio, com versões em Portugal e na Espanha. "A partir da gestão do Gilberto Gil no Ministério da Cultura, o setor se profissionalizou muito e requer nos níveis de organização", defende.
O Itamaraty não nega que a conjuntura mudou. "Há espaço para interação (entre agentes econômicos e poder público) mais lógica, sim. Não há uma unidade", reconhece o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Tovar Nunes da Silva. "Mas não necessariamente haverá um novo organismo, especificamente destinado a cuidar das ações de soft power", adianta.
Nunes da Silva afirma que o Brasil é o único país emergente que "só tem soft power". "Optamos conscientemente pela não militarização. Basta ver que somos um dos poucos países do mundo em que o herói nacional é um diplomata (Barão do Rio Branco) e não um general. Não temos escolha, nossa história é de soft power".

'Ocidental plus'

O porta-voz cita organismos como os Centros de Estudos Brasileiros e a Agência Brasileira de Cooperação como exemplos de institucionalização do soft power. No entanto, defende diversidade na condução das ações públicas e privadas. "Somos um país 'ocidental plus'. Ocidental não é suficiente para classificar o Brasil. Os modelos dos países desenvolvidos talvez não satisfaçam esta alma meio solta, que é parte do que somos. Há um processo de sofisticação que talvez demande que este país seja representado de mais de uma forma. Não há um kit Brasil", diz.
Em meio ao crescimento constante da procura por produtos (muitos dos quais culturais) brasileiros na Grã-Bretanha, o embaixador Roberto Jaguaribe concorda com Nunes da Silva. O diplomata diz que a imagem brasileira está mudando "do alegórico, festivo, para o da potência econômica, ambiental, democrática e capaz de incluir socialmente". "No entanto, pessoalmente acho que uma organização específica não é a melhor forma de articular esforços. Buscar homogeneidade em tudo limita um universo mais amplo de representação", reforça.
"Sem uma instituição, de fato há mais diversidade", concorda o professor Colin Lewis, da London Schoool of Economics. "Mas corre-se o risco de se perder o foco."
Além da Grã-Bretanha, onde, segundo Jaguaribe, há crescimento do interesse pela produção brasileira nos últimos 20 anos, as artes brasileiras são destaque na Alemanha, na Colômbia e em Nova York, onde o Sesc acaba de assinar um acordo com o selo Nublu e o festival Globalfest para garantir destaque permanente a artistas brasileiros no evento, que acontece todo mês de janeiro. Acordos também estão sendo fechados no Leste Europeu e na Ásia, sempre com ação pública e privada.

Brasil na Grã Bretanha

London Book Fair
16/04 a 18/04 - A 41a edição da feira terá pela primeira vez um estande dedicado à produção brasileira.
World Shakespeare Festival 2012
07/05 - Companhia BufoMecânica encena Two Roses for Richard III, inspirada no clássico Ricardo III
Globe to Globe
19/05 - Grupo Galpão encena seu aclamado Romeu e Julieta no Globe Theatre.
Salisbury International Arts Festival
25/05 a 09/06 - Terá a sua edição 2012 inspirada nos temas da cultura brasileira, com o filme 5 Vezes Favela, a Oficina de Percussão do Affro Reggae e a pianista Cristina Ortiz, entre outros
British Library e King's College
08/06 - Ciclo de debates sobre a obra de Jorge Amado e mestiçagem, com o sociólogo Roberto DaMatta e os escritores Mia Couto (moçambicano) e Ana Maria Machado, entre outros.
Festival Back2Black
29/06 a 01/07 - Luiz Melodia, Marcelo D2, Criolo, Mart'nalia, Emicida, Arnaldo Antunes, Virginia Rodrigues, Femi Kuti, Roots Manuva e Fatoumata Diawara se apresentam na Old Billingsgate.
One Hackney Festival
21/07 - Integrantes de grupos carnavalescos do Rio e de Londres desfilam nas ruas de Hackney para celebrar a passagem da tocha olímpica.
Rio Occupation London
06/07 a 04/08 - Trinta artistas ocupam Londres por 30 dias e trabalham em colaboração com britânicos. Os artistas ficarão instalados no Battersea Arts Centre (BAC).
Casa Brasil
12/07 a 12/09 - Na Somerset House, uma série de eventos divulga a cultura brasileira, com destaque para mostra de design com curadoria de Rafael Cardoso e Daniela Thomas. O local também servirá de base ao Comitê Olímpico Brasileiro durante os Jogos de Londres.
Victoria and Albert Museum
Sem data ainda - Exposição reune 83 peças de Arthur Bispo do Rosário no tradicional museu em South Kensington.
Boomba Down the Tyne
01/09 a 9/09 - Música e dança do Brasil, em performance que mistura Bumba Meu Boi com o Blaydon Races, do Nordeste do Brasil e do Nordeste da Inglaterra, respectivamente. No Southbank Centre.


Fonte: BBC Brasil