segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Estabilidade econômica e eventos no Brasil atraem investidores alemães



Brasília – A estabilidade econômica e a aproximação de eventos, como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, devem atrair uma série de acordos entre a Alemanha e o Brasil. A avaliação é do diretor da Câmara de Comércio Brasil–Alemanha e coordenador-geral do Encontro Econômico Brasil-Alemanha, Ingo Plöger. De hoje (19) até amanhã, cerca de 2 mil empresários e representantes dos governos dos dois países   estarão no Rio de Janeiro para fechar parcerias.
“O número de inscritos e os interesses demonstrados superaram todas as nossas expectativas”, disse Plöger àAgência Brasil. “Vários acordos já estão alinhavados e outros deverão ocorrer até amanhã. A ideia é que mais de 200 reuniões paralelas ocorram. As conversas envolvem os setores público e privado da Alemanha e do Brasil”, acrescentou.
Plöger disse que quatro grandes acordos já foram negociados. Um deles é entre os governos do Brasil e da Alemanha para o desenvolvimento de pesquisas nos setores agrícola e industrial. Outro refere-se ao intercâmbio de pesquisadores na área de ciência e tecnologia. O terceiro envolve as cidades do Rio de Janeiro e Colônia para a troca de experiências sobre prevenção de catástrofes naturais e realização de megaeventos.
O quarto acordo já negociado é sobre a decisão de o Brasil ser o tema principal da Feira de Tecnologia de Hannover, na Alemanha, em 2012. “Isso será formidável por causa da visibilidade em relação ao Brasil e às expectativas de negócios que podem ser fechados”, disse Plöger.
As reuniões ocorrem durante o 29º Encontro Empresarial, que envolve cerca de 850 empresários alemães e brasileiros, e a 38ª Reunião da Comissão Mista de Cooperação Econômica Brasil–Alemanha com representantes dos dois governos. A Rodada de Negócios é uma iniciativa organizada pela Câmara de Comércio Brasil-Alemanha de São Paulo, com o apoio da consultoria IP Desenvolvimento Empresarial e Institucional.
O Brasil e a Alemanha são aliados comerciais históricos, segundo os investidores. Em 2010, o Brasil exportou cerca de US$ 8,1 bilhões para a Alemanha. Na tentativa de fortalecer ainda mais essas relações, ocorre de hoje (19) até amanhã, no Rio de Janeiro, o  Encontro Econômico Brasil-Alemanha.
Apenas em 2010, quando houve encontros semelhantes na Alemanha, Plöger disse que  foram feitas 280 reuniões que levaram ao aumento de mais de 20% das negociações comerciais.

Fonte: Agência Brasil
19/09/2011

Especial (saúde): Embrulha-se um presente de grego

Rodrigo Martins      18 de setembro de 2011 às 17:00h
O relator Pepe Vargas (PT-RS) propõe a taxação de remessas de lucros e dividendos no exterior. Foto: Brizza Cavalcante/Sefot/Secom
De nada adiantaram os apelos da presidenta Dilma Rousseff, dos movimentos sociais e dos idealizadores do Sistema Único de Saúde (SUS) para o Congresso criar formas de aumentar os recursos para a combalida saúde pública. A Câmara deverá aprovar até o fim do mês o projeto de regulamentação da Emenda 29, que não altera os porcentuais mínimos de gastos estatais e, de quebra, pode retirar ao menos 6 bilhões de reais do setor, segundo cálculos do ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
A próxima batalha será no Senado, onde a base aliada terá de quebrar a cabeça para garantir que a proposta aumente, de fato, o financiamento da área. Mas, sem consenso, o próprio PT divide-se diante de um amplo leque de propostas, que vão da taxação de grandes fortunas à vinculação de recursos do pré-sal, que só deve começar a gerar dinheiro para a União a partir de 2015.
Após o governo federal desistir de criar um novo imposto para a saúde, os deputados da base aliada decidiram antecipar a votação da matéria para a quarta-feira 21. Em 2008, a Câmara aprovou o texto, base do projeto, mas deixou para analisar depois um destaque apresentado pela oposição que inviabiliza a cobrança da Contribuição Social da Saúde (CSS), proposta pelo Planalto para compensar a perda de arrecadação com o fim da CPMF.
A Câmara votará a Emenda 29 sem resolver o problema do subfinanciamento. Foto: Isadora Brant/Folhapress
O PMDB antecipou sua posição: votará contra a criação do ovo tributo. “Não me venham trazer propostas de uma nova CPMF. Este País não comportaria um novo imposto”, afirmou o líder do partido na Câmara, Henrique Eduardo Alves, em discurso no Plenário. O governo já previa a derrota. “Não trabalhamos mais com a hipótese de criação da CSS”, enfatizou o líder da bancada governista, Cândido Vaccarezza (PT-SP), a CartaCapital. “A União cumpre sua parte. Aumentou as despesas em saúde conforme a variação nominal do PIB, como prevê a lei. Tanto que os gastos aumentaram de 25 bilhões de reais, em 2002, para os 71,5 bilhões previstos no Orçamento deste ano.”
Padilha alerta, porém, que a saúde terá um prejuízo bilionário se o projeto for aprovado com a atual redação. Pelo texto, os estados continuam obrigados a gastar com saúde ao menos 12% de suas receitas, e os municípios, 15%. Mas, em atendimento aos apelos dos governadores, que em sua maioria não cumprem a meta estabelecida pela lei, os deputados decidiram que os recursos do Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) serão retirados da base para o cálculo dos 12% da saúde.
Como os estados devem arrecadar mais de 58 bilhões de reais com o Fundeb, cerca de 7 bilhões deixariam de ser aplicados na saúde. Em compensação, o projeto deixa mais claro o que pode ou não ser considerado gasto com o setor. Trata-se de uma medida para evitar a “maquiagem” das despesas, uma vez que muitos estados têm incluído gastos que não são específicos de saúde, do custeio da Previdência à vacinação do gado contra a febre aftosa, como ocorreu na prestação de contas de Minas Gerais em 2004.
Foto: Fabio Motta/AE
A perda de arrecadação, em decorrência da concessão aos governadores, seria compensada com a CSS no valor de 0,1% da movimentação financeira. O tributo só seria cobrado de quem tem renda superior ao teto previdenciário, hoje fixado em 3.689 reais. Na prática, 95% da população estaria isenta. Apesar da alíquota baixa (quem ganha 6,5 mil reais, por exemplo, pagaria menos de 3 reais por mês), isso seria o suficiente para garantir 19 bilhões de reais a serem aplicados exclusivamente na saúde.
“Se isso não é um imposto justo, eu não sei o que é”, diz o deputado Pepe Vargas (PT-RS), relator da Emenda 29 na Câmara. “O problema é que o debate sobre o financiamento da saúde não está sendo tratado com seriedade. Todos pregam mais gastos em saúde, mas poucos dizem de onde tirar o dinheiro. Se não houver nova fonte de arrecadação, será preciso tirar dinheiro de outras áreas, da educação, da assistência social, da infraestrutura.”
Exemplos da falta de seriedade com o tema não faltam. O projeto da CSS só não foi votado em 2008 porque a base governista não tinha quórum suficiente para aprovar o tributo. Na ocasião, um jogo do Brasil com a Argentina, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo, contribuiu para reduzir a presença de deputados no plenário. O então governador de Minas Aécio Neves (PSDB), distribuiu convites a parlamentares para acompanhar a partida no estádio Mineirão. Pouco tempo depois, o Congresso entraria em recesso. Somente agora o tema saiu da gaveta.
Há um consenso entre os especialistas de que o SUS está subfinanciado e necessita de mais investimentos. A própria Dilma Rousseff admitiu que o Brasil gasta pouco, 42% menos que a vizinha Argentina. Enquanto países desenvolvidos, como França e Reino Unido, investem mais de 2,6 mil dólares per capita anualmente, o governo brasileiro investiu apenas 385 dólares em 2008, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). “Há problemas de gestão e é fundamental que eles sejam solucionados. Mas para garantir a atenção à saúde preconizada na Constituição e com a qualidade desejada pelos cidadãos mais recursos serão necessá-rios”, afirma a pesquisadora Luciana Mendes Servo, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
Assim que for votado na Câmara, o projeto segue para o Senado. O governo teme que os senadores retomem o texto original da proposta, que vincula à Saúde 10% das receitas brutas da União. Sem a criação de um novo tributo, esse seria o “presente de grego” que Dilma disse não querer receber. Na prática, os gastos da União no setor poderiam passar, da noite para o dia, de 71,5 bilhões de reais para mais de 104 bilhões, segundo as estimativas feitas pelo Instituto de Direito Sanitário Aplicado (IDSA). “Isso é inviável. A bandeira dos 10% é histórica, mas sem receita é impossível de ser alcançada”, afirma o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB).
Diante do impasse, o ministro Padilha aposta no aumento dos tributos sobre o cigarro, a bebida alcoólica e os carros, como o seguro Dpvat. A lógica é a de onerar quem sobrecarrega o sistema público de saúde com enfermidades que poderiam ser evitadas. Pelos cálculos do governo, 12 bilhões de reais poderiam ser arrecadados anualmente com essas medidas. O deputado Pepe Vargas também propõe a taxação de lucros e dividendos remetidos ao exterior, com uma estimativa de arrecadação superior a 8 bilhões de reais. “A vantagem é que essa medida não aumentaria a carga tributária internamente.”
Outra hipótese é a criação de uma CSS compensada, na qual os contribuintes poderiam restituir os valores pagos na declaração do Imposto de Renda. “Além de facilitar o combate à sonegação, o governo conseguiria arrecadar algum tributo de quem está na informalidade e não paga impostos”, diz Vargas. “Há muitas propostas sendo discutidas, mas ainda não há nenhum consenso. Estamos iniciando esse debate agora. Certo é que teremos de aumentar a arrecadação, porque os gastos com saúde só tendem a aumentar, uma vez que a expectativa de vida dos brasileiros é maior e as novas tecnologias de tratamento são sofisticadas e caras”, completa Paulo Teixeira, líder do PT na Câmara.
Quanto à taxação de grandes fortunas, ninguém aposta realmente nessa saída. “Sempre se fala nisso para custear tudo, educação, saúde, assistência social, mas nunca o debate avança”, lamenta a coordenadora setorial do PT para a saúde, Conceição Rezende, atual secretária de Saúde de Betim (MG). “Fato é que os municípios gastam muito além dos 15% previstos em lei para compensar o baixo investimento dos estados e do governo federal. A média varia entre 20% e 30% da receita bruta das cidades. A União precisa investir mais. O PT e diversos outros partidos de esquerda sempre levantaram a bandeira dos 10% de investimento federal para a saúde. Passou da hora de o Executivo e o Legislativo criarem uma forma de efetivar esse projeto.” •

Fonte: Carta Capital

Estados deixaram de aplicar R$ 2 bi na saúde, diz governo.


Clique na imagem para ampliar

Levantamento do Ministério da Saúde que acaba de ficar pronto mostra que, em 2009, dez Estados não investiram o mínimo de 12% de suas receitas na saúde, informa a reportagem de Valdo Cruz e Larissa Guimarães publicada na edição desta segunda-feira da Folha.

A íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).
O percentual é determinado pela emenda 29 --que obriga União, Estados e municípios a aplicar parte de suas receitas no sistema de saúde--, cuja regulamentação deve ser votada nesta próxima quarta-feira.
Os dados, obtidos pela Folha, mostram que esses dez Estados, juntos, deixaram de aplicar cerca de R$ 2 bilhões no setor, segundo as contas do Ministério da Saúde.
O pior nesse ranking foi o Rio Grande do Sul, que destinou para a área apenas 5% de sua receita. São Paulo destinou 11,57%, mas contesta a metodologia.


Fonte: UOL.COM    19/09/2011

domingo, 18 de setembro de 2011

Dilma fixa regras mais duras para ONGs.


Novo decreto deve ser publicado segunda-feira. iG antecipa principais pontos da decisão tomada após escândalo no Turismo



A presidenta Dilma Rousseff decidiu endurecer as regras para assinatura de convênios entre os ministérios e organizações não-governamentais (ongs) do País. O objetivo é diminuir fraudes e desvios de recursos para entidades de fachada. Um novo decreto sobre o assunto deve ser publicado nesta segunda-feira no Diário Oficial da União.
Segundo o iG apurou, a decisão foi motivada sobretudo após a Operação Voucher, da Polícia Federal, realizada em 9 de agosto deste ano. De acordo com as investigações, cerca de R$ 4,5 milhões do Ministério do Turismo foram desviados por meio de um convênio com a ong Instituto Brasileiro de Desenvolvimento de Infraestrutura Sustentável (Ibrasi).
Na oportunidade, a PF prendeu 36 pessoas, entre elas o então secretário-executivo do Turismo Frederico Silva da Costa. O caso ajudou a desgastar a imagem do então ministro Pedro Novais. Na quarta-feira passada, ele acabou demitindo-se após a revelação de que pagou uma governanta para sua casa com recursos da Câmara dos Deputados.O deputado Gastão Vieira (PMDB-Ma) assumiu o lugar de Novais na sexta-feira.
Mesmo antes da Operação Voucher, Dilma já pensava em endurecer as regras para assinaturas de convênios com ongs. A Controladoria-Geral da União (CGU) e o Tribunal de Contas da União (TCU) já haviam revelado uma série de irregularidades, fraudes e desvios. O governo também decidiu dificultar a liberação de recursos para ongs, o que gerou reclamações da base aliada no Congresso.
Principais pontos do decreto
A reportagem do iG teve acesso aos pontos mais importantes do decreto na sexta-feira. Além da CGU, participaram da elaboração do texto final a Advocacia-Geral da União (AGU) e a Secretaria-Geral da Presidência República. A coordenação coube à Casa Civil.
Por ordem expressa de Dilma, o decreto prevê que todos os convênios terão de ser assinados por ministros ou dirigentes de autarquias. Desde Operação Voucher, a presidenta já vinha dando essa recomendação informalmente. A partir desta segunda-feira, será obrigatório a assinatura do ministro. O objetivo é aumentar a responsabilidade dos comandantes das pastas.
O decreto também prevê que somente ongs com mais de três anos de experiências na área específica do objeto poderão firmar convênios com o governo. Isso ajudar a evitar a contratação de ongs de fachada. Mais. Todos os convênios também terão de ser precedidos por chamamento público _neste caso, deverá ser publicada ainda uma portaria definindo os detalhes.
Segundo o decreto, a Secretaria Geral da Presidência da República, hoje sob o comando o ministro Gilberto Carvalho, terá papel de destaque. A pasta será responsável por formar uma comissão com representantes de sete ministérios e de sete entidades da sociedade civil. O grupo fará a revisão de convênios, os contratos de repasses e os termos de parceria

Fonte: IG.COM

Escola pública em greve paga mais que particular.

Instituto Federal do Maranhão oferece salários maiores que a média do Estado. Com paralisação, alunos vão para cursinhos



Por causa da greve de quase dois meses nos institutos federais, os alunos do 3° ano do Instituto Federal do Maranhão (Ifma), em São Luís, estão trocando as salas de aula da instituição pelos cursinhos preparatórios visando às provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Entre os colégios que tiveram mais de 75% de participação no exame do ano passado, o Ifma obteve a quinta maior nota do  Maranhão no geral e a melhor entre as escolas públicas. Entre todas as escolas públicas brasileiras atendendo ao mesmo critério, o Ifma detém a 23ª colocação.


Segundo a direção do Ifma, a maioria dos professores aderiu à paralisação nacional. Os técnicos, não. Hoje, apenas algumas disciplinas estão sendo ministradas. Os alunos do 3° ano têm aula somente três dias por semana, em média. “Se pensou em um diálogo, para não interromper as aulas dos alunos do 3° ano, mas isso não se concretizou porque o discurso do comando local de greve era de que enquanto o governo não abrisse negociação, eles também não iriam dialogar”, afirmou a pró-reitora de ensino do Ifma, Marise Piedade Carvalho.
Alunas do 3° ano do Ifma, Jhayleane de Jesus Carvalho e Viviane Sampaio, ambas com 17 anos, resolveram buscar ajuda em cursos preparatórios para não perder carga horária durante o período de greve. Jhayleane chegou a frequentar dois cursinhos ao mesmo tempo. “Pela questão do ensino técnico integrado, já há um direcionamento natural para as disciplinas dos cursos técnicos. Mas, com a greve, o problema piorou. Se você não buscar alternativas, vai ter problemas na hora do Enem”, disse Jhayleane Carvalho. “O que deveria ser um reforço acaba sendo a base da gente nessa reta final”, complementa Viviane.

No Enem 2010, o Ifma teve nota de 622,67 pontos na prova objetiva e 676,22 no geral. A escola conseguiu ficar à frente de colégios considerados tradicionais, para estudantes de classe média alta, e com mensalidades na casa dos R$ 700 – valor bem alto para os padrões do Estado, que tem uma das menores rendas por pessoa do Brasil. A receita do sucesso é, segundo a pró-reitoria de ensino, investimento no acompanhamento pedagógico e na qualificação docente, incentivando os professores a estudar, inclusive com mestrados e doutorados.
A pró-reitora do Ifma admite que a paralisação pode causar prejuízos, mas acredita que eles não serão drásticos. “O 3° ano é momento de acertar alguns detalhes. Toda a nossa base não foi comprometida. Tivemos um 1° ano, 2° ano e o primeiro semestre do 3° ano tranquilos. Acredito que nosso rendimento não deve ser afetado”, pontuou.
Os professores da instituição são os mais bem pagos em comparação com os da rede pública estadual – e até particular – em São Luís. O salário base gira em torno de R$ 2.100 para os que tem apenas graduação. Os com doutorado chegam a ganhar mais de R$ 4 mil. Um professor das melhores escolas particulares em São Luís, por exemplo, tem salários por volta de R$ 2 mil. Os da rede pública estadual tem rendimentos na casa dos R$ 1,2 mil.
Apesar do sucesso, o Ifma apresenta alguns problemas estruturais. O prédio onde ele é sediado é praticamente o mesmo de 20 anos atrás, quando foi inaugurado, apenas com algumas modificações na fachada e melhorias de equipamentos de salas de aula. Um prédio anexo com 40 salas de aula está em construção há aproximadamente três anos e ainda sem prazo para conclusão. A obra deveria durar aproximadamente12 meses.
Além disso, também houve atraso em obras de recuperação do departamento de design e da quadra poliesportiva da escola durante o ano de 2011. Também não existem grandes recursos didáticos para as aulas do ensino médio. O máximo de tecnologia são os retroprojetores. No Ifma, nos últimos anos, houve a ampliação dos laboratórios de informática, mas ainda está bem aquém da demanda de aproximadamente 3,6 mil alunos do ensino médio integrado com o técnico.

Fonte: IG.COM