sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Petrobras lança novo concurso público com 8.088 vagas

A Petrobras lançou novo concurso público nesta sexta-feira (12/9). De acordo com o edital de abertura, publicado no Diário Oficial da União, são 8.088 vagas para candidatos com nível médio e superior. Desse total, 663 são para provimento imediato e 7.425 para formação de cadastro reserva. A Fundação Cesgranrio é a banca organizadora.

Para quem tem nível médio o cargo é de técnico jr em administração e controle, comercialização e logística, enfermagem do trabalho, ambiental, exploração de petróleo, informática, inspeção de equipamentos e instalações, logística e transporte, manutenção (caldeiraria, elétrica, instrumentação e mecânica), operação, perfuração e poços, projetos construção e montagem, segurança suprimento de bens e serviços, e químico de petróleo. Para essas cargos são 575 vagas imediatas, e 6.436 para cadastro reserva. Os salários vão de R$ 2.073,87 a R$ 3.400,47.


Quem tem graduação pode disputar os postos júnior de administrador, analista de comercialização e logística, contador, enfermeiro do trabalho, engenheiro civil, engenheiro de equipamentos, engenheiro de petróleo, de processamento, de produção, de segurança, além dos cargos de geofísico, médico do trabalho e profissional de comunicação (relações públicas). Os graduados têm 88 vagas imediatas e 989 para cadastro. As remunerações variam de R$ 4.574,75 a R$ 8.081,98.

As inscrições terão início no dia 25 de setembro até 10 de outubro. As taxas variam de R$ 40 a R$ 58. 20% das vagas é reservada para negros e pardos e 5% para candidatos deficientes.



quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Neandertais e humanos podem ter 'trocado ideias', diz pesquisa

Neandertais (esq.) e humanos primitivos (dir.). Imagem: cienciahoje.uol

O processo mais completo de datação de ossos e ferramentas Neandertais já feito sugere que as duas espécies viveram lado a lado por até 5 mil anos. Segundo os pesquisadores, os novos resultados indicam que os dois grupos podem até ter trocado ideias e hábitos culturais. O estudo foi publicado na revista científica Nature.

Até agora, restos de Neandertais foram datados por diversos laboratórios, mas muitos resultados foram considerados pouco confiáveis.

Agora, uma equipe internacional de pesquisadores coletou mais de 400 amostras dos sítios arqueológicos mais importantes da Europa. As amostras foram purificadas e analisadas na Universidade de Oxford, usando métodos sofisticados de datação.

Convivência

De acordo com o professor Thomas Higham, da Universidade de Oxford, os resultados oferecem a compreensão mais clara que já se obteve sobre a interação entre nossos ancestrais e os Neandertais, sobre quando eles se encontraram pela primeira vez e sobre o porquê da extinção Neandertal.

"Acho que podemos deixar de lado a ideia da extinção rápida dos Neandertais ter sido causada somente pela chegada dos humanos modernos. Em vez disso, vemos um processo mais complexo no qual há uma sobreposição mais longa das duas populações, na qual pode ter havido troca de ideias e de cultura."

Algumas datações anteriores sugeriam que os humanos modernos e os Neandertais coexistiram na Europa por apenas 500 anos.

Tais descobertas alimentaram a especulação de que nossos ancestrais podem ter massacrado os Neandertais ou transmitido a eles doenças para as quais tinham pouca ou nenhuma resistência.

As novas datações, no entanto, sugerem que as duas espécies conviveram na Europa por até 5 mil anos. Isso dá suporte à visão de alguns arqueólogos de que os avanços tardios nas técnicas Neandertais de confecção de ferramentas de pedra e no uso de joias foram copiados dos humanos.

O estudo indica que os Neandertais foram extintos na Europa entre 41 mil e 39 mil anos atrás - 10 mil anos antes do que se considerava anteriormente. Este é o dado mais preciso obtido até agora sobre a extinção da espécie e coincide com o início de um período muito frio na Europa.

As novas datações também sugerem que os humanos modernos chegaram à Europa muitos milhares de anos antes do que se acreditava, possivelmente por volta de 45 mil anos atrás.

Extinção gradual

Há evidências arqueológicas e genéticas de que quando os humanos modernos chegaram à Europa vindos da África, os Neandertais já estavam em declínio. Estudos anteriores mostraram que o número de Neandertais havia reduzido e os restantes já começavam a procriar com seus próprios parentes.

As datações mais recentes parecem revelar que a chegada dos humanos modernos aumentou os problemas dos Neandertais, de acordo com o professor Chris Stringer, do Museu de História Natural em Londres.

"Eles caçavam os mesmos animais, coletavam as mesmas plantas e queriam morar nas melhores cavernas. Então uma competição econômica iria acontecer", disse.

"Mas não foi uma extinção instantânea. Os Neandertais não foram caçados e mortos por humanos modernos ou dizimados por doenças que os outros podem ter trazido consigo. Foi um processo mais gradual."

Os números de indivíduos Neandertais caíram durante milhares de anos enquanto, ao mesmo tempo, a quantidade de humanos modernos aumentava.


O período gelado há 40 anos mil pode ter sido o fator que finalmente levou a população já enfraquecida à extinção.


Fonte: IG.COM/Ciência

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Não percam nesta quarta-feira dia 20 de agosto! Entrevista com o poeta Gélson Pessoa


Não percam nesta quarta-feira dia 20 de agosto de 2014 às 19h no TVU Notícias na TV Universitária Canal 05  (TV aberta), e Cabo Telecom  Canais 17  (Natal) e 117 (Parnamirim), 52 UHF Mossoró a entrevista do Poeta e Escritor Santo-antoniense Gélson Pessoa.  

Na entrevista será abordado o livro “Salto da Onça, de Vila a Cidade” que será relançado sexta-feira dia 22  de agosto  “Dia do Folclore” às 10h no Grêmio Lítero Recreativo em Santo Antônio do Salto da Onça-RN.

A humanidade esgotou recursos do planeta para este ano, afirma a ONG Footprint Network.

A partir desta terça-feira, a população mundial viverá até o fim do ano a crédito dos recursos naturais, pois esgotou em oito meses o que a Terra pode produzir sem comprometer a renovação, calcula a ONG Footprint Network.

"Para o restante do ano, nosso consumo será um déficit ecológico crescente que utilizará as reservas de recursos naturais e aumentará o acúmulo de dióxido de carbono na atmosfera", destaca a ONG, que tem sede nos Estados Unidos.

O dia fatídico acontece cada vez antes, ou seja, a humanidade esgota o "orçamento ecológico" de maneira cada vez mais rápida.

Em 1993, o dia aconteceu em 21 de outubro, em 2003 no dia 22 de setembro e ano passado em 20 de agosto.

A humanidade está em situação de dívida ecológica desde os anos 70, de acordo com a ONG WWF.

"Hoje, 86% da população mundial vive em países que exigem mais da natureza do que seus próprios ecossistemas podem renovar", adverte em um comunicado.

De acordo com a Global Footprint Network, seria necessário um planeta e meio para produzir os recursos renováveis necessários para sustentar o ritmo de consumo atual da humanidade.

Apesar dos dados muito ruins, ainda há tempo para adotar "medidas ousadas e construir um futuro próspero" com o uso sustentável dos recursos.

"Mas é preciso agir agora!", afirmou a diretora de programas de conservação da WWF França, Diane Simiu.


Algumas ideias propostas pela ONG são as energias renováveis, os regimes alimentares menos ricos em carne, acabar com a economia linear de consumo-resíduos e abraçar a economia circular, na qual os resíduos de alguns são os recursos de outros, ou repensar o urbanismo.


Fonte: msn.com/noticias
AFP