sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Em Santo Antônio - PROJETO XADREZ NAS ESCOLAS

Exercitando a memória
Nos dias 13 e 14 de setembro foi realizada a abertura do Projeto Xadrez nas Escolas Municipais Maria Umbelino de Melo, na zona urbana, e Manoel Maria de Lemos, na comunidade de Capim Açu.
Na EM Maria Umbelino de Melo serão atendidos 140 alunos e na EM Manoel Maria de Lemos 40 alunos.

Esta é a primeira fase do Projeto Xadrez nas Escolas e estão sendo atendidos 220 alunos da Rede Municipal de Ensino.


















Fonte:Blog da educação

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Cientistas pretendem ressuscitar mamutes em cinco anos

Mamutes podem deixar de ser apenas retratados por modelos, como o da foto, se o projeto de Akira Iritani der certo


japonês quer clonar o animal a partir de carcaça preservada em laboratório russo




Será que mamutes, extintos há dez mil anos, voltarão a habitar a terra? Akira Iritani, professor emérito da Universidade de Kyoto, aposta que sim.
Segundo reportagem publicada no jornal japonês Yomiuri Shimbun, Iritani e sua equipe pretendem obter material de uma carcaça de mamute preservada em um laboratório na Rússia. A ideia é usar uma técnica bem estabelecida de extrair os núcleos das células congeladas, trocando os núcleos de óvulos de elefantas por núcleos de células de mamutes. O embrião elefante-mamute seria inserido no útero de uma elefanta e, assim, a espécie “ressuscitaria”.
Segundo a reportagem, os pesquisadores começaram o trabalho de clonar mamutes em 1997, mas encontraram dificuldades técnicas para extrair núcleos intactos a partir do espécime congelado e acabaram desistindo da empreitada. O projeto ressurgiu após resultados animadores em 2008 - clonagem de camundongo a partir de células que estavam congeladas há 16 anos. Uma equipe multidisciplinar se formou, com pesquisadores russos, japoneses e norte-americanos engajados em criar o embrião de mamute.
A equipe diz que se tudo correr como planejado, o mamute nascerá em cinco ou seis anos.



Fonte: IG.COM

Mamíferos já evoluíam antes da extinção dos dinossauros


Estudo com partipação de professor da PUC-RS mostra que início do domínio do grupo na Terra começou há 80 milhões de anos

          Filhote de urso pardo: estudo muda cronologia da evolução dos mamíferos
Um novo estudo sobre mamíferos indica que eles começaram a se diversificar muito antes do que se pensava. Isso teria sido há 80 milhões de anos, no período Cretáceo, e não como se pensava antes - acreditava-se que a maior diversificação dos mamíferos teria ocorrido logo após a extinção dos dinossauros, há 65 milhões de anos.

A pesquisa, liderada por Robert Meredith, do Departamento de Biologia da Universidade da Califórnia, analisou dados moleculares de 164 espécies de mamíferos, trazendo nova luz sobre como e quando eles se diversificaram e começaram a ocupar diferentes nichos ecológicos ao redor do planeta.
“Embora estudos anteriores tenham elucidado as relações entre os mamíferos, este é o primeiro a examinar as relações e os tempos de divergência entre as famílias de mamíferos usando uma reunião de dados de um grande número de genes diferentes”, disse Meredith ao iG.

Segundo Mark Springer, coautor do estudo publicado na revista Science nesta quinta-feira (22), os resultados sugerem a ocorrência de dois eventos na história da Terra que atuaram de forma importante na diversificação dos mamíferos. 

“O primeiro deles foi a radiação de plantas com flores durante a Revolução Terrestre do Cretáceo, que muito provavelmente impulsionou uma importante diversificação taxonômica dos mamíferos cerca de 80 milhões de anos atrás. E a segunda teria sido a abertura de um espaço para a aceleração da diversificação morfológica dos mamíferos após a extinção dos dinossauros”, afirmou Springer, do Departamento de Biologia da Universidade da Califórnia. 

O boom dos mamíferos
Segundo o novo estudo, o grande momento de diversificação dos grupos de mamíferos não teria sido após a extinção dos dinossauros, e sim antes.

Os mamíferos têm a mesma idade que os dinossauros, mas a ideia que se tem é a de que teriam apresentado pouca diversidade durante muito tempo, de acordo com Eduardo Eizirik, da Faculdade de Biociências da PUC-RS, coautor do estudo publicado na Science. Foi durante seu trabalho de doutorado no Laboratório de Diversidade Genômica dos Institutos Nacionais de Saúde dos EUA, em Maryland, que Eizirik se uniu a outros colegas, incluindo o grupo de Mark Springer, para investigar a evolução dos mamíferos, resultando em uma série de estudos sobre este tema.

Por mais de 100 milhões de anos, os mamíferos teriam mantido uma estrutura bastante primitiva, perdendo na corrida com os dinossauros e só conseguido se diversificar expressivamente após a extinção deles. Mas o estudo apresentado agora prova que a equação não é tão simples assim. Há uma diversificação dos mamíferos anterior à extinção dos dinossauros.

“Os principais grupos de mamíferos já estavam formados antes de os dinossauros desaparecerem, e a diversificação entre os grupos teria ocorrido em lugares diferentes do planeta. Eles eram muito parecidos, mas já estavam formando linhagens próprias antes mesmo da extinção dos dinossauros”, comenta Eizirik em entrevista ao iG

“Quando os dinossauros se extinguiram houve também diferenciação dos mamíferos, mas não tão intensa como ocorreu 15 milhões de anos antes. Nossos artigos anteriores já demonstravam que o pico da diferenciação teria sido anterior à extinção dos dinossauros, mas não detalhavam quando isso teria ocorrido. Agora, temos essa resposta”, completa.

Segundo Springer, o estudo fornece uma estrutura para muitas outras linhas de investigação, incluindo um roteiro para projetos futuros de sequenciamento de genomas.

Fonte: IG.COM

Saiba como ativar a nova Timeline do Facebook




Já é possível testar a Timelineuma das novidades anunciadas hoje peloFacebook na conferência F8, que a Folha cobriu in loco com a correspondente Fernanda Ezabella.

site de tecnologia TechCrunch publicou um artigo que explica como ativar o recurso. Ele observa que há possibilidade de haver bugs, que inicialmente apenas você verá a sua linha do tempo (“a não ser que você decida o contrário”), que o recurso parece ser desativado quando você faz o login em outra máquina (diferente da usada para ativar a função) e que você precisa ter uma conta “verificada” para um dos passos – “o que significa que você precisa de um número de cartão de crédito ou telefone conectado à conta”.

Eis uma tradução livre do tutorial passo a passo publicado pelo TechCrunch:

1. Faça login no Facebook.

2. Ative o “developer mode” (modo de desenvolvedor), se você ainda não o fez. Para isso, digite “developer” na caixa de busca, clique no primeiro resultado (que deve ser um aplicativo feito pelo Facebook, com centenas de milhares de usuários) e adicione o aplicativo.





3. Vá ao “developer app” (aplicativo de desenvolvedor) (se o Facebook não o colocou lá automaticamente, ele deve aparecer na sua barra de ferramentas à esquerda).

4. Crie um novo app (não se preocupe – você não o enviará para alguém vê-lo ou usá-lo). Dê ao seu novo app qualquer “display name” e “namespace” que você quiser. Leia e concorde com a “Platform Privacy Policy” (políticas de privacidade da plataforma). É neste passo que você precisa ser um usuário verificado (esse processo pode demorar alguns minutos).







5. Confira se você está na tela de configuração principal do seu novo app. Você deve ver o nome do seu app quase no topo da página.

6. Procure o menu “Open Graph” e clique em “Getting Started”. Crie uma ação de teste para o seu app, como “read” a “book” (“ler” um “livro”), “eat” a “sandwich” (“comer” um “sanduíche”) ou “kiss” a “girl” (“beijar” uma “garota”).





7. Isso deve levá-lo a uma página de configuração de tipo de ação. Mude algumas das configurações principais (eu mudei o passado de “read” para “redd” – de novo, apenas você pode ver isso, a não ser que você teste e envie o seu aplicativo ao diretório público) e passe pelas três páginas de configurações.





8. Espere de 2 a 3 minutos.

9. Volte à sua tela inicial do Facebook. Um convite para testar a Timeline deve aparecer no topo da página. Clique em “Get It Now”.




Colaborou Rafael Capanema
Escrito por Emerson Kimura às 19h01



Blog da folha
Fonte: UOL.COM

Computação quântica: O futuro? Ping-pong de elétron ajuda máquina quântica



São Paulo- O mundo da física quântica pode ser bem mais divertido do que você imagina: cientistas fizeram uma espécie de ping-pong com elétrons que pode ajudar na criação da futura geração de computadores.
Em um trabalho publicado hoje (22/09/2011) na Nature, os pesquisadores da Cambridge University, no Reino Unido, mostraram um impressionante grau de controle sobre o item mais básico de um circuito elétrico: o movimento do elétron de um local ao outro.
Os cientistas conseguiram leva-lo e traze-lo até 60 vezes em uma linha reta – um feito que tem grandes aplicações na computação quântica, para transferir um quantum ‘bit’ entre um processador e a memória, por exemplo. O qubit (quantum bit) é a unidade básica de um computador quântico. Sua vantagem sobre o bit do sistema binário comum é que ele pode assumir os valores de 0 ou 1 ao mesmo tempo.
Festa eletrônica
Imagine que uma pessoa tem que cruzar uma sala cheia de gente para falar com alguém do outro lado. No caminho, ela precisa desviar de vários obstáculos e eventualmente  interrompe o trajeto para conversar. Quando chega ao destino, talvez ela tenha esquecido algumas das coisas que queria dizer.
Algo similar acontece com os elétrons carregando a corrente em um fio. Eles costumam seguir um complicado ziguezague e, se carregam alguma informação, tendem a “esquecê-la” nessas paradas – ou, em outras palavras, seu estado quântico perde a coerência.
Para fazê-lo andar em linha reta, os pesquisadores capturaram um único elétron em um ponto quântico dentro de uma peça de arseneto de gálio (GaAs). Um canal, com mais energia que os elétrons ao seu redor, leva a outro ponto, a quatro microns de distância. Um pequeno pulso de som (de alguns bilionésimos de segundo) é enviado através da superfície, criando uma onda de potencial elétrico que carrega o elétron ao próximo ponto. O mesmo processo carrega de volta o elétron, sem perda de informação em 60 idas e voltas seguidas.
Esse método seria um bom candidato para mover qubits em um circuito quântico. 


Fonte: INFOonline